Sexta-feira, Maio 15, 2009

Transparência

O mundo está passando por grandes modificações e no discurso de renomados economistas, o próprio comportamento e pensamento da humanidade vai mudar. Papo que se fosse um astrólogo falando de alinhamento dos astros ninguém dava a mínima.

O Brasileiro mais uma vez é um sortudo. A crença de que Deus é brasileiro é cada vez mais forte. E cada vez mais pernicioso. Somos especiais demais. É difícil crer que todo colchão de amortecimento que temos em nossa economia (reserva cambial, boa relação de divida pública e PIB) foi intencional para uma crise dessa magnitude, mas é notório que nossas trapalhadas passadas convergiram num digno resultado no futuro. Ninguém deveria ousar prever mais nada.

A transparência que está sendo buscada nos demonstrativos de resultados, voltada a valor de mercado, deveria causar um reflexo no modo como operam as grandes empresas. A mudança deveria aparecer não apenas em divulgação de resultados ou balanço patrimonial, mas no balanço de nossas vidas.

Não é necessária uma forte investigação na busca do erro. Despende-se de muito tempo em busca de informação e pouco em ação propriamente dita. A paciência torna-se então a maior virtude na busca pela verdade. Talvez ainda as velocidades das modificações do mundo moderno venham mostrar-nos em menor espaço de tempo quanto uma estrutura desequilibrada consegue manter-se em pé:

Domingo, Abril 26, 2009

Viral

Fazer coisas obsurdas parecerem reais é uma boa estratégia para disseminação de um viral. O vídeo abaixo mostra o "segredo" para se ganhar uma competição de natação, como se tudo fosse muito normal e sobretudo, legalizado.



O viral é uma estratégia de marketing da Gatorade. Há ainda a apresentação de um site falso contando a vida do suposto recordista "Wolfgang Grünwauld Meureer" e a técnica desenvolvida para a quebra do record. Conta com todos os elementos de convencimento convencionais: evolução da técnica, depoimento de amigos, treinamentos e até uma estátua homenageando o incrível recordista.

Quinta-feira, Março 05, 2009

Save Us!!!



O ser humano não provoca uma avalanche, mas pode causar uma. Às vezes até um grito pode ter interferido alguma estrutura que, mais cedo ou mais tarde, vai provocar a avalanche. Não tem jeito. Está lá. Está provocada. Vai desabar. Mais ia acontecer alguns dias depois com o degelo mesmo... Em fim, o processo foi acelerado.

Mas por que provocar a avalanche? Para que acelerar o processo? O que é isso? Suicídio? Ok, temos que ser honestos no ponto: "Save us"!! Realmente "Save the Planet" é um tanto quanto demagógico.

Estendendo isso um pouco, vamos colocar o assunto sobre outra perspectiva: ninguém trabalha numa empresa para que seja produzido um produto final. Mas tem uma razão pelo que trabalhamos e gostamos do que fazemos. Porque fazer o tal produto é um meio que temos para obter nossos fins: crescimento profissional, status, inclusão social, renda, poder, manter a família, relacionamento ou qualquer outra coisa que você definiu como importante na sua vida. Portanto preserve o que é importante para você, pois para empresa você é o oposto. O meio para atingir o fim: fazer um produto.

Por tanto, qual é o fim de ser sustentável? É realmente nossa preservação! O que há de errado nisso? Queremos ficar um pouco mais por aqui. Nossos filhos também. Mas nossos filhos também precisarão de carros, geladeiras, internet, outros produtos inimagináveis nos dias de hoje e tomar banho de mar de vez em quando. E outros filhos precisam se alimentar de outras coisas que não comida de lixão. Sustentabilidade não é discurso inflamado de gente que quer viver na limpeza. É coisa de gente civilizada que zela pelo ambiente que vive.

Racionalizar isso tudo é o nosso papel. Como mitigar os efeitos de tanta produção? E se não há afinal produção para tanta gente, por quê tem tanta gente no mundo? Talvez a natureza dê o jeito dela nesse ponto. Mais provável, pois só a gente acha que somos rápidos. Nossa vida é uma correria? A humanidade não é nem mesmo um piscar de olhos.

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Segunda-feira, Dezembro 01, 2008

O tempo voa e outros voam com ele.

Reflita sobre o sua participação em sua comunidade, cidade ou ambiente. Vejo como algo grande pode ser feito em pequena escala no vídeo "Moving Windmills" (clique no link)


O vídeo fala de um jovem chamado William Kamkwmamba que faz grandes mudanças em seu pequeno vilarejo (?) e como sua atitude se expande pelo mundo. O mundo não é pequeno para quem tem grandes pensamentos.

Como gira a economia num mundo sem recursos? Como aparecem as oportunidades? Como esperar oportunidades, empreendedores e talentos aparecer em lugares envoltos pelo assistencialismo? Não subestimar capacidades é o melhor terreno para emergir reveleções.

O vídeo de Andrew Mawenda (clique link para ver o vídeo) é um manifesto sobre como ter um novo olhar sobre a Africa.



O tempo passa, as coisas acontecem e enquanto alguns crescem, o que fazemos para nos tornar melhores?

Quarta-feira, Outubro 29, 2008

Pérolas do Word

E aí? Você ainda confia na correção gramatical do Word?

Quinta-feira, Outubro 02, 2008

Embriaguez

EMBRIAGAI-VOS! charles beaudelaire

"É necessário estar sempre bêbado.

Tudo se reduz a isso; eis o único problema.
Para não sentirdes o fardo horrível do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem tréguas.

Mas – de quê ? De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor.
Contanto que vos embriagueis.

E, se algumas vezes, sobre os degraus de um palácio, sobre a verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à vaga, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder:

- É a hora da embriaguez ! Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embragai-vos sem cessar !

De vinho, de poesia ou de virtude, como achardes melhor."




Segunda-feira, Dezembro 17, 2007

Próxima saída à esquerda

Admitindo que a média representa a maioria da população, que essa população indica a tendência e que a tendência não é tão promissora como gostariamos, conclui-se que se estamos seguindo a maioria das pessoas estamos indo no sentido errado.

Quarta-feira, Setembro 05, 2007

Ver é mais importante que enxergar.

Inovação é pensar no diferente. Pensamento divergente. Mas nem toda transformação é fruto de um visionário que sabe exatamente aonde quer chegar. Na verdade, as pessoas podem ser tão céticas, que uma novidade poderá trazer a previsões um tanto erradas. Quem diria hoje em dia essas frases?

"Não acredito que no mundo exista mercado para mais de cinco computadores" (Thomas Watson, que era o presidente da IBM em 1943) – Clube do Hardware

"Não existe motivo para alguém em sã consciência querer um computador em casa" (Ken Olson, da DEC em 1977) – Clube do Hardware

É uma grande invenção, mas de qualquer forma, quem iria usar isso?"
(Rutherford B. Hayes, presidente norte-americano, depois da demonstração do telefone de Alexander Bell, em 1876.) - Terra

"Aviões são brinquedos interessantes, mas não têm valor millitar".
(Marechal Ferdinand Foch, professor de estratégia da Ecole Superieure de Guerre, em 1904.) – Terra

Avaliar as invenções depois que elas aconteceram e se estabelecem é fácil. Pensar divergentemente é encontrar outra aplicação com o mesmo meio, ver o que há por trás do seu monitor, olhar para o seu lado e para o outro lado do mundo. Explore seus recursos intelectuais e sensoriais.



O que você vê em uma máquina de lavar roupa? Algo além de roupas?

Sábado, Agosto 11, 2007

Solução de problemas

Numa imensidão de informação e soluções de problemas vê-se pouca execução e conseqüentemente, repetição dos problemas. Por que estamos presos nessa corrida de ratos?


É muito mais fácil aprender do que aplicar. Estamos num momento de alta do credencialismo. Entende-se por isso, uma porção de bonecos gastando muito tempo em sala de aula, estudando que só o diabo, se matando para pegar um diploma. Esse diploma é credencial para o mercado. Estando lá dentro, volta-se a ralar que nem um maluco luta por mais qualificação, que dará maior poder de barganha na negociação de uma promoção ou justificativa na mudança de emprego. Tá bem, mas por que é tão difícil aplicar o conhecimento?


A aplicação está mais ligada a mudança de comportamento. Fomos adestrados toda a vida ,na sala de aula, a reproduzir e solucionar problemas teóricos. A realidade é muito diferente. Envolve pessoas, equipes, falta de comunicação, mau humor, bom humor, brilhantismo, ignorância... ou seja, comportamentos diferentes. É muito difícil sair da zona de conforto e admitir que nossa maneira em resolver todas as babozeiras da faculdade não resolve nada sem mudança de comportamento.


Somos individualistas. É muito mais fácil me manter motivado e lutar pelas minhas idéias do que pelas as idéias dos outros. Mas devemos reconhecer que idéias antigas, por já terem passado por diversos filtros, estão muito mais maduras e sólidas. Prontas para serem aplicadas.


Se pudéssemos entender individualidade mais como identificação, admitir que nosso comportamento não é ideal e que nenhum é, conhecimento mais como ferramenta de aplicação e menos como instrumento de argumentação, poderíamos assim, saber definir o nosso lugar, o lugar dos outros no nosso espaço e outras idéias em nosso ambiente de trabalho. Esse seria um terreno propício para o surgimento de idéias, elaboração, execução e finalmente... eliminação dos problemas.



Solucione os seus problemas!

Domingo, Julho 08, 2007

Boa idéia!



Novidade nos EUA e Europa: Agora os seus cidadãos podem compartilhar carros. Trata-se de um sistema chamado “car sharing” no qual é possível solicitar um carro por telefone ou internet, com local e hora para pegar-lo. Depois é só aproximar o cartão da maçaneta e entrar no carro. As chaves ficam no porta luvas. Depois é só utilizá-lo e devolvê-lo no mesmo local. O custo gira em torno de 8 dólares à hora. Todos os veículos são híbridos ou de baixo consumo.

É uma excelente alternativa para diminuir engarrafamentos e reduzir os danos ao meio ambiente! Mas será que seria viável realizá-lo aqui no Brasil?

(notícia extraída da Revista 4 Rodas, Edição de Julho de 2007)

Domingo, Julho 01, 2007

Diferenças

Muitos comerciais bizarros e interessates desvinculam seu fim para passar um boa mensagem. Se a mesagem é boa, o produto é bom. A coca-cola está com uma propaganda que pode ser um exemplo:



Relacionar a marca com essa mensagem pode gerar duas visões diferentes. É realmente curioso um mesmo produto atingir todas as culturas no mundo todo. No entanto, ela o faz sempre com sua imagem padrão. As latinhas de Coca-cola já estão em processo de padronização em toda américa latina.

Daí o pulo do gato. Para ser aceito em outra cultura, tão importante quanto se adaptar, é assumir quem você é.

Sexta-feira, Maio 25, 2007

Natureza, não podemos vencê-la...

Recentemente, se descobriu uma fêmea de tubarão-martelo que deu à luz a um bebê sem ter tido qualquer contato sexual com outros tubarões.

Uma das explicações seria que, ao ficarem isoladas de machos, as fêmeas poderiam desenvolver a reprodução assexuada como forma de preservar a espécie em ambientes pouco populosos.
E se falando em preservação da natureza, que há tempos vem sendo tema de propagandas, debates, manifestações, acordos políticos... O assunto está mais em alta que nunca. Porém, o enfoque dos apelos tem mudado.

Antigamente nos mostravam a natureza como um bichinho indefeso. As propagandas usavam ursinhos fofinhos e macaquinhos em extinção pedindo ajuda.
Hoje em dia as propagandas adquiriram um tom mais sério, viraram uma espécie de alerta. Percebeu-se que a natureza não é assim tão frágil e não devemos preservá-la por dó, e sim, dentre outros motivos, para o nosso próprio bem. Pois ao contrário do que se pensava, ela responde às nossas ações sim, de forma inesperada e com força incomparavelmente maior que a nossa.
Fazendo do antigo ditado, o melhor conselho aos grandes "inimigos" da natureza:
Se não se pode vencê-lo, junte-se a ele!

Terça-feira, Maio 15, 2007

Informação para quem pode. Ou para quem tem tempo.

Não temos tempo para fazer nem ler o que não queremos. Até o meio de comunicação mais rápido e acessível às massas está sofrendo as conseqüências dessa frenesi: a TV. Afinal, por que eu tenho que ver o que eu não quero? YouTube, Dailymotion e similares já são velhos conhecidos e nos trazem versatilidade.

Os novos meios de mídia na web 2.0 nos fornecem uma larga opção de informação. A noticia boa é que agora você só vê o que te interessa e seleciona seus melhores meios de divulgação. Tudo de acordo com o seu gosto, com o que você se identifica e no tempo que você dispõe.

A má noticia é que é tudo gritaria. São muitas pessoas inundando o mundo digital com mais e mais informação a cada dia. É tanta gritaria que ninguém entende nada e fica cada vez mais difícil focar ou encontrar o que interessa. No final, vemos que os simples sussurros são os mais interessantes.

Então lá vai uma boa dica de mídia digital: http://www.ted.com(“Ideas Worth Spreading”). São diversas palestras com idéias inspiradoras. E de bandeja, uma das boas e divertidas palestras, sobre o comportamento do curioso macaco Bonobo. Aproveite essa se você tem tempo ou ainda consegue escutar alguma coisa. (Para ver o vídeo clique aqui)

Domingo, Maio 06, 2007

Etâ, dinheirinho difííííííícil...

Aproximadamente 50% dos brasileiros desempregados se encontram na faixa dos 15 a 24 anos . (Revista Trip, Alé Youssef – nº 154, pág 078). Programas de inserção no mercado não levam em conta o que esses jovens talentos têm de melhor: ousadia e criatividade.

Os comportamentos e tecnologias mudaram, no entanto vivemos relações de trabalho atrasadas. Os trabalhadores são sugados pelas empresas e sua renda... pelo estado. Ironicamente também são muito protegidos pelas leis trabalhistas, inviabilizando as contratações e estimulo à concorrência. Criamos assim trabalhadores capengas e empresas desajeitadas.


Vivemos um outro mundo com novas possibilidades de rentabilidade. Gerenciar seu próprio capital investindo no mercado financeiro se tornou uma boa opção nesses tempos de alta. Se você conseguir acumular capital e foi abençoado por boa educação, boa sorte!

Trabalhar com tecnologias web, pode parecer nossa nova promissora vocação depois que o minério substituiu o café. Mas isso depende de educação. Esta, já de um tempo, não é mais baseada na qualidade e sim no credencialismo.

Falta ao Brasil se adaptar à nova realidade, desafogar o crescimento de novos empreendimentos, valorizar a meritocracia e reduzir a burocracia. O jovem já vive um mundo muito incerto.

O problema não se torna a falta de oportunidade e sim a falta de perspectiva. Não é de se estranhar que tenhamos tantas manifestações populares na arte, cultura e esporte. É isso que o jovem quer: que os deixem expressar a individualidade. Desengessa Brasil!!

Quarta-feira, Maio 02, 2007

Inner Cell

Um sistema perfeito é aquele onde todos fazem sua contribuição individual pela coletividade. Um exemplo:

Domingo, Abril 22, 2007

Desenvolvimento sustentável: uma outra perspectiva.

Sustentabilidade está na moda. É bonita, legal e que veste bem com um mundo melhor. Mas ainda temos alguma incongruência nesses fatos. Como fazer um desenvolvimento sustentável da sociedade se nosso ritmo de vida não é?

Você provavelmente já ouviu ou falou a seguinte frase: “A hora de ralar é agora mesmo, porque somos jovens!”. Opa,você já está adotando um comportamento que não é sustentável, a própria frase carrega isso.

A mesma empresa que te exige comprometimento fala em sustentabilidade. Comprometimento deveria significar: fazer aquilo que lhe foi solicitado, não faltar com seus compromissos, vir com novas propostas e transformações para algo melhor.

Está tudo certo. Mas além do trabalho temos que ter também comprometimento com nossos amigos, familiares, sociedade e com nós mesmos. A palavra é equilíbrio. Assim como damos maior atenção a cada um deles em momentos de maior dificuldade, é muito certo darmos mais atenção ao trabalho quando os outros precisam de nós. Porém, não deixe a exceção virar regra.

Portanto, vamos pensar em sustentabilidade num termo mais amplo. Faça todas as tarefas com a certeza de não deixar nada nem ninguém para trás.

Este quadrinho do Calvin e Haroldo, de Bill Watterson, define e inspira esta idéia: pensar no curto, longo e sobre tudo... no muito longo prazo.
(clique na imagem para visualizá-la melhor)

Terça-feira, Abril 17, 2007

Música na net

A divulgação de música pela Internet continua sendo motivo de grandes discussões. Enquanto alguns artistas e gravadoras lamentam e lutam contra a divulgação e captação não autorizada das obras (como é o caso da TimeOut, comentado no site Brainstorm9), outros se adaptaram à nova ferramenta e hoje parecem conviver em paz com a disseminação gratuita de suas obras artísticas pela net.
Acredito que os apreciadores de música em geral, só tiveram a ganhar com esse advento. Hoje existe o site myspace.com, que disponibiliza algumas músicas, informações e fotos de bandas como o Pink Floyd e a alternativa Sonic Youth, dentre tantas outras.
Existe a "rádio" Pandora onde você informa um artista que gosta e pode então ouvir uma seleção de músicas relacionadas àquele artista.
Existem também alguns blogs que disponibilizam centenas de discos inteiros para download, desde os mais obscuros até os mais populares. Esses blogs parecem nunca durar muito tempo, por conta de sua ilegalidade (a polêmica!), mas alguns ainda podem ser encontrados.
O importante é ter seu meio de estar sempre acompanhado de uma boa música. Uma boa dica são as rádios africanas disponíveis na net, como a Rádio Okapi.

Quarta-feira, Abril 11, 2007

Eu sou brasileiro e não desisto nunca



Atrás dessa bela frase tão repetida por tantos brasileiros há uma amarga realidade: é uma estratégia de marketing para elevar a moral do brasileiro, visto que apenas 4% confiam em seus compatriotas (Comunicação de Interesse Público - Capitúlo 3).

Afinal, como fazer o país andar para frente se não colocamos a mão no fogo nem por quem nos guia, muito menos por quem nos guarda. Não confiamos em nossos governantes, pois sabemos (mas não demonstramos) que eles são uma fiel amostragem do que somos. A mudança começa em nossas atitudes.

Um bom começo é fazer com que todos confiem em nós. Cada ação neste sentindo aumenta a amostragem de número de pessoas em quem podemos confiar. Raciocínio simples, lógico e nem tão utópico assim. Ele não precisa ir tão longe para que você sinta os efeitos.

Conquiste seu espaço com atitude e paciência. Afinal você é brasileiro e não desiste nunca!

Casos de sucesso:

Josef Cliver:



Piadas a parte... um caso real de superação:



Essa mosca é brasileira (abstraia a publicidade):


VW Fly
Colocado por Masterfill

Quarta-feira, Abril 04, 2007

Realidade Virtual

Sim, você pode interagir com algo irreal em seu meio real. Mas num vídeo... como saber o que é real ou não?

Quinta-feira, Março 29, 2007

Quem se importa?

O mundo está de cabeça para baixo. Mas enquanto o nosso mundo não vira do mesmo modo, agente vai neutralizando tudo. Estamos de "altas", mas saindo perdendo.

Essa é de Bertolt Brecht, teatrólogo e poeta alemão.

"Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo. "

Fazer o bem é se importar com os outros! Quebre seu gelo!



Smile on your brother!


Acima de todas as crenças religiosas e com respeito a todas elas, penso que fazer o bem é para recompensa nessa vida e não nas próximas.

Quinta-feira, Março 22, 2007

Processo criativo

No mundo corporativo muito se discute sobre planejamento, processo, análise, melhoria, previsão, projeto e a figurinha do benchmark. Vendem-se idéias. E são vendidas por um alto preço. Tem preço porque é mensurável. Em suma: tenta-se quantificar o processo criativo e seu benefício.

Mas a origem das boas idéias está em algo não mensurável: emoção. Vontade de fazer algo com a qual nos identificamos. É o que move todo empreendedor. E nem sempre o retorno é financeiro.

Como você iniciaria o projeto de um carro totalmente novo? Por que não pelo pára-brisa? Pois foi o que Carlos César, mecânico dos bombeiros de Brasília, residente em Sobradinho, fez. Na garagem de sua casa, com o pára-brisa do Fox em mãos , ele traçou a primeira linha: o perfil de seu carro imaginário inspirado na Lamborghini Gallardo e nos arcos da Ponte JK de Brasília. Claro, sem copiar nenhum dos dois, pois estamos falando de alguém autêntico.



Apartir do perfil traçado em uma folha A4 o carro começou a tomar forma entre tubos contorcidos.



Motor, painel, rodas e suspensão foram sendo retirados de diferentes carros destinados à virar sucata (Vectra, Pálio batido, e peças diversas). A integração de todos componentes, inclusive da injeção eletrônica, vieram de soluções de uma engenharia adquira por experiência de vida.


Ao final de alguns meses, nasceu o Piloto:



Não só o carro (segundo realizado) em que ele anda está recheado de criações próprias, mas também seu quarto, sua sala, sua mesa da sala de estar, piscina, mirante e em fim... toda a casa também foi feita por ele.

Qual foi o grande diferencial deste produto bem sucedido? Projeto? Análise? Processo? Melhoria? Busca pelo benchmark? Não mesmo. O que o moveu foi a emoção, gostar de viver em um ambiente rodeado pela sua identificação. É o que move toda criação. É que deveria mover o nosso trabalho.

Domingo, Março 18, 2007

Freak

Viva o lado freak da vida!

Terça-feira, Março 13, 2007

Ritmo de vida

Veja esse vídeo do Andy Mckee:



Temos outro exemplar. Esse é Australiano. Xavier Rudd.



O Brasil também representa seu talento com Hermeto Pascoal:



O que todos têm em comum? Uma maneira não convencional de demonstrar seu talento, muita energia, muita criatividade, muito doidões. Nenhum sinal de tédio. Provavelmente nenhum deles tentou ser alguém. Quiseram ser eles mesmos.

Segunda-feira, Março 05, 2007

Dê asas à sua imaginação!

Contra tensões, pressão, stress… ande, corra, pedale, nade ou voe! Voar pode ser o menos usual dos três, mas seu benefício emocional irá lhe gratificar por muito tempo!



Tenha a sensação de estar voando sem tirar os pés do chão! Você pode perguntar como fazê-lo a um mestre guru ou de outra forma: realidade virtual. Esse vídeo (obtido da Cafeína) mostra o vôo de um aeromodelo. Até ai nada de diferente. Mas neste, há uma câmera móvel e o condutor tem óculos de realidade virtual com um giroscópio. Ou seja, para onde quer que o condutor olhe, a câmera no avião seguirá o seu movimento. Daí vem a sensação!



Viaje!

Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007

Sustente essa idéia!

Pensamentos positivos rodam em uma espiral de igual sentido. E tudo o mais parece ir no mesmo rumo. Quando algo bom te conforta, que te dê prazer, você busca mais sobre isto. Um bom livro te leva a outro. Uma boa amizade te abre um novo horizonte. É claro, más amizades te conduzem ao outro extremo e determinados prazeres nos trazem vícios meio tortos. O equilíbrio entre eles é o bom aproveitamento da sua percepção seletiva. E a conseqüencia é a mudança do seu mundo!


Tag
: Mudança; Change



Comece com uma Massive Change! Este livro, escrito pelo artista gráfico Bruce Mau tem um descritivo interessante: “It’s not about the world of design; it´s about the design of the world”. Cumpre cada palavra do que diz! Muda sua concepção do que é ser empreendedor num mundo envolvido por miséria, aquecimento global e que ao mesmo tempo necessita continuar seu desenvolvimento de forma sustentável.


Tag
: Sustentável; Sustentabilidade; Sustainability



O grupo ENVIU (The Environment and You) age em prol do conceito do que é ser um novo empreendedor. É trabalhar na inovação da sustentabilidade. Soluções rentáveis para os problemas sociais e do meio ambiente.

Tag: Empreendedor; Entrepreneur



A história do seu país está diretamente relaciona com seus empreendedores. Estes geram riqueza, emprego, infra-estrutura e grandes acontecimentos. Um livro (2 volumes) bem relacionado ao tema foi escrito por Jacques Marcovitch. Chama-se “Pioneiros e Empreendedores – A Saga do Desenvolvimento no Brasil”. Explora as dificuldades encontradas pelos pioneiros no desenvolvimento do Brasil. Termine o livro com a sensação de que no Brasil tem muita coisa que funciona e dá certo quando os passos são maiores que as pernas.

Tag: Brasil, Brazil



Seu país. Ele precisa de você, mais do que nunca! Se você entende como os Tags funcionam para buscas na internet, teve ter notado uma semelhança com o funcionamento da sua percepção seletiva. Use essa ferramenta e transforme o seu mundo. De tabela, seu país também pode ser transformado!

Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007

Todo dia a gente faz tudo sempre igual...

Acordar cedo, tomar banho e depois vem o café quando dá tempo. Pegar o ônibus trabalhar o dia todo e voltar de ônibus. Abençoada janta, TV ou livro e, em fim, cama. E nós continuamos, porque somos brasileiros e não desistimos nunca.

A rotina nos aproxima muito da nossa realidade e nos afasta de outras. Afinal, o tempo é realmente curto para pensar. Entregamos-nos ao mundo mais do que integramos. Isso não quer dizer que nosso trabalho é ruim. Mas somos qualificados demais para esquecer do mundo que nos espera e nos chama. Sim, temos mais qualidades e habilidades do que aquelas presentes no currículo.

A busca incansável para nosso desenvolvimento não deve estar ligada ao esquecimento de nossos dons naturais. Tudo é uma questão de exercício. Um músico se encontra não atrás de uma mesa de escritório e sim de um instrumento. Aí se faz a diferença. Vide caso do poeta e diplomata Vinícius de Moraes.

Work less, play more! Essa propaganda do X-Box talvez seja uma maneira extrema de ver a situação, mas diverte!



Alie suas habilidades! Leia! Aja! Reaja! Precisamos dessa prática.

Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007

Neutralização do carbono

Mais uma ação ecológica de tirar o chapéu. Uma revenda da Volks, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, lançou um programa chamado Carro Limpo Primo Rossi. Idéia genial. O cliente, ao comprar um carro, pode optar em doar de 30 a 60 reais para comprar, plantar e cuidar de mudas de seis árvores por 5 anos. O restante do dinheiro é pago pela concessionária.



Não podemos nos esquecer do site clickarvore. Nele, você poderá plantar até uma árvore por dia e acompanhar o seu destino.

Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007

Tune it! Safe!

Ação interessante da policia alemã. Para divulgar que você pode, sim, andar em um tunig bacana, porém dentro da lei, os polizei começaram a circular com carros tunados dentro dos conformes. O nome do programa é “Tune it! Safe!” encabeçado pela empresa TechArt.



Embarcando na onda de segurança e legalização, a Wolkswagen já está circulando propagandas de seus carros tunados de fábrica. No fundo o comercial mais é uma tiração de onda com os tunigs bregas que estão rodando por aí.

Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

Muito moderno isso! Não era?

Não faz muito tempo, os celulares eram analógicos, tinham o tamanho de um tijolo, mas eram ditos compactos, e colocar um telefone na agenda eletrônica era tarefa para o mais paciente dos usuários. Daí veio aquele tijolinho, o Nokia 6120, e mudou muita coisa. A facilidade de interação com o menu ditou o seu sucesso.

Outro salto foi dado quando vimos o Ipod. O clickwheel fazia você ter a sensação de realmente estar experimentando uma nova era da tecnologia.

A nova onda interativa agora é o Wii, da Nintendo. O console traz uma nova concepção do joystick, onde os movimentos realizados são reproduzidos nos jogos. Qualquer criança ao pegar um vídeo game tentou fazer isso no passado, mas ficou frustrada ao ver que levantar o controle não ia fazer o “Sonic” pular mais alto.



Pouco, mas muito pouco tempo depois nos apresentaram o Iphone. Ainda não está no mercado, mas já nos surpreendeu pela incrível interface amigável. Agora temos uma nova maneira de interagir com as máquinas. É o controle em tela de plasma, com multi-sensoriamento. Agora seu monitor será muito mais do que uma saída de vídeo.



Opa, tem mais inovação! O formato do nosso desktop já está ultrapassado. Há uma maneira muito mais intuitiva de organizar os arquivos e guardá-los em uma pasta. Como? Igualzinho a como você faz na sua mesa, mas em um desktop 3D.



Agora imagine unir a tecnologia TED com o desktop 3D! É isso aí, a velocidade de inovações em interfaces não para! Mas provavelmente isso tudo estará ultrapassado no próximo post.

Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007

Ponto de vista

E realmente, às vezes as coisas só fazem sentido se vemos por um outro ângulo. Literalmente falando! Essa foi a idéia explorada pela empresa de telefonia Talk Talk, que vende um serviço onde as ligações que você faz para sua terra natal, quando está fora de casa, sai de graça. No contexto aparecem pessoas se “conectando” para fazer sentido a alguma forma. A mensagem é de união, amizade, família entre outros. Excelente ponto de vista.



O mesmo tema (não sei quem copiou de quem) é visto no clipe musical de Gary Jules, com a música Mad World. Apesar do formato ser exatamente o mesmo, aqui vemos um contraste maior entre a mensagem da música (um pouco melancólica) e os temas apresentados (felizes figuras que mais parecem desenhos de criança).

Sábado, Fevereiro 03, 2007

Biometria: uma crítica

No post anterior comentei sobre reconhecimento facial. Agora vamos nos distanciar um pouco da tecnologia e analisar o ambiente em que estamos a inserindo. Para quê o reconhecimento facial? Onde está sendo aplicada a biometria?

Muito se diz sobre seu uso: Acesso a contas bancárias, segurança em aeroportos, acesso restritos à ambientes empresariais e web, entre outros. Novos dispositivos que buscam identificar as pessoas pelo comportamento estão entrando no mercado. Aparelhos elétricos identificam o padrão de pisadas de seu dono, e caso detecte alteração de comportamento, pode ser bloqueado. Senhas de contas bancárias já podem levar em consideração a maneira como o usuário a digita no teclado (podcast). Em meio a globalização, mistura de culturas, opiniões e expressões, estamos entrando na era do “profile”.

Podemos identificar uma característica comum a todas essas aplicações: segurança da informação (onde rola a grana). O perigo dessa nova cultura tecnológica é voltar a criar estereótipos de raças, alavancando um processo de preconceito e racismo.

Câmeras instaladas nas ruas de Nova York procuram por características árabes nas pessoas, as colocando no foco de observação. Numa atitude de guerrilha individual, uma pessoa usou o próprio meio para divulgar um protesto contra essa tecnologia, causando um amplo debate sobre as aplicações dos sistemas de biometria.



Outro debate foi levantado quando foram utilizadas câmeras de identificação de imigrantes ilegais na final do campeonato Super Bowl, na Flórida. Havia mais de 71.000 pessoas no local.



Não devemos por isso condenar essa tecnologia. Assim como inovações na Fórmula 1 salvam vidas no dia-a-dia e tornam seu carro mais seguro, a biometria também tem sua aplicação nobre. As câmeras de vigilância das ruas também ajudam a encontrar pessoas desaparecidas. A mesma tecnologia de reconhecimento facial pode migrar para aplicações de reconhecimento de ambientes, em aplicações onde seria perigosa ou impossível a presença humana. O mesmo sistema, aqui comentado, de biometria do comportamento do caminhar poderia também ser utilizado em aplicações de recuperações de pessoas em fisioterapia.

Tudo depende de um afastamento do contexto e uma visualização por todos os ângulos de outras aplicações. Para isso, é preciso vencer a barreira do preconceito contra novas culturas, áreas da ciência, idéias e tecnologias.

Terça-feira, Janeiro 30, 2007

Reconhecimento facial

As medidas biométricas que usamos para nos identificar vão muito além de nossa percepção. O reconhecimento facial não é tão trivial quanto poderíamos esperar. As primeiras abordagens de sistemas de biometria facial calculavam as distâncias entre determinados pontos da face e razão entre essas distâncias. Essa abordagem, que se demonstrava bastante intuitiva, se revelou muito falha.

Esse campo de estudo deu um grande salto com uma abordagem mais matemática. Com um método chamado PCA (Principal Component Analysis) as imagens da face eram tratadas pelas características de composição digital e não apenas pelas características da face da pessoa. Os resultados melhoraram, mas ainda deixavam a desejar.

Depois vieram tantos outros métodos baseados em características da face, tratamentos estatísticos e características da imagem. Apesar dos progressos, os maiores problemas encontrados eram sempre os mesmos: condição de iluminação, idade da pessoa (pessoas idosas são mais difíceis de serem reconhecidos), etnia (pele escura dificulta o processo), sexo (homens são mais fáceis de serem reconhecidos), posição da face, intervalo de tempo entre a foto do banco de dados e a foto no momento da verificação.

Talvez o sistema mais empolgante de reconhecimento facial seja o 3D Morphable Model. Através desse sistema, qualquer face 2D é reconstituída em uma face 3D de acordo com certos parâmetros. Estes por sua vez, podem ser utilizados como dados para comparação biométrica. Veja o vídeo do sistema de reconstituição 3D.

Sábado, Janeiro 27, 2007

Iluminação interna natural. Sem janelas...

A tecnologia de vibra ótica não é novidade. Mas utilizá-la usando a luz solar para fins de iluminação é algo tanto inovador quanto simples. Salas de aula, residências ou prédios poderão utilizar esse tipo de iluminação economizando em até 30% na conta de luz. O tipo de luz criado dá maior naturalidade ao ambiente.



Um ponto negativo de tal tecnologia é que o cabo ótico consegue dissipar a luz por apenas 10 metros. Algo não citado no vídeo é o preço do equipamento e instalação. Espero que saia no mercado com um bom preço pois, infelizmente, o bolso ainda manda mais no que a consciência de preservação do meio ambiente.

Terça-feira, Janeiro 23, 2007

Criança feliz

Quanta imaginação as crianças têm para inventar e reinventar jogos, brincadeiras e brinquedos! Infelizmente tudo na vida é passageiro. Com o tempo perdemos tal habilidade inovadora, em seu estado mais puro.

Os quadrinhos de Calvin e Harold retratam com um humor muito inteligente essa fase da infância. O tigre é um ser de sua imaginação, como tantas outras coisas. Numa mistura de sarcasmo, ironia, comédia e reflexões sutis, o autor Bill Watterson nos faz lembrar dessa fase em que temos criatividade e tempo de sobra. Quem conhece bem os quadrinhos vai entender e sentir o peso deste aqui (clique para ampliar):



Não conheço a autoria, mas felizmente não é realizada por Bill Watterson. No entanto, mostra uma realidade, um momento em que começamos a entrar na seriedade da vida e que começamos a deixar de curtir o barato da criatividade.

Muitos tentam buscar novamente essa curtição, mas esbarram na barreira de não conseguir reencontrar aquela sensação de liberdade da infância. Claro que não, o tempo e as responsabilidades já são outras.

Canalizamos a energia para algo mais profissional. Queremos usar ou criar um produto para ganhar a nossa vida. Conceito este um pouco distorcido, pois quase sempre que dizemos “ganhar a vida” na verdade queremos dizer que perdemos um tempo precioso de nossa vida. Vale a pena ver esta animação que mostra a luta desse reencontro com a felicidade infantil.

Domingo, Janeiro 21, 2007

Empreendedorismo

Ser empreendedor não significa necessariamente abrir uma empresa e ver no que dá. Trata-se mais de um estado de espírito, vontade de resolver o problema dos outros, ter foco, não se importar com erros, não se comparar a ninguém nem ao sucesso dos outros, trabalhar muito e saber como caminhar com as próprias pernas. Não precisamos sair do nosso emprego para ser um empreendedor. Devemos nos inspirar naquilo que faz emergir nosso potencial.



Vou bater na mesma tecla e falar novamente do Hugh MacLeod (autor do manisfesto “How to be creative”, já postado aqui). Li em seu blog algumas características de um empreendedor ou algo que nos incentivam a ser um. As que mais me chamaram a atenção:

“- One successful entrepreneur I know well has a wonderful quality, namely that he never, ever compares himself to other people. He just does his own thing, which actually serves him rather well. Just because his competitor has bought himself a bigger motor boat, doesn’t mean he feels the need have a bigger motor boat. This quality helps him to build his business the way he sees fit, not the way the motor boat people see fit.”

"- Bill Gates may have a million times more money than me, but he isn’t going to live a million times longer than me, watch a million times more sunsets than me, make love to a million times more women than me, drink a million times more fine wines than me, listen to a million times more Beethoven String Quartets than me, nor sire a million times more children than me. Human beings don't scale.”

Sábado, Janeiro 20, 2007

Entrevista com Al Gore

Esse vídeo eu encontrei no blog "Uma Malla pelo mundo". (Malla, desculpe, voltei a procurar mas eu não achei o link em que você o menciona). É uma entrevista longa e vou poupar o tempo de vocês escrevendo pouco. Para quem ainda não viu o filme “Uma verdade inconveniente”, um aviso: Não perca tempo!

  • Clique para ver a entrevista (Não tem no youtube)
  • Sexta-feira, Janeiro 19, 2007

    Velocidade da inovação

    É realmente impressionante a velocidade com que acontecem as coisas hoje em dia. As indústrias envolvidas em pesquisa e desenvolvimento de produtos lutam pela sobrevivência não apenas com o acompanhamento do mercado e sim com a previsão de sua evolução. É um ambiente onde se assumem muitos riscos. O produto tem que ser idealizado, projetado, aperfeiçoado e testado num tempo cada vez menor. No programa Saturday Night Live , Steve Jobs apareceu fazendo uma brincadeira com tal velocidade de inovação em seus produtos.



    No entanto, peça fundamental para o sucesso de um produto nos dias atuais é a preocupação ecológica. O projeto de ciclo de vida de um produto deve considerar todo impacto ambiental desde sua produção até o descarte.

    Nesse aspecto a Apple está deixando a desejar. As políticas empresariais e ambientais da empresa vêm sendo criticadas pelo Greenpeace. Eles montaram um site com um layout parecido com o da Apple, atacando a empresa por falta de políticas de descarte e materiais tóxicos presentes em seus produtos.

    O Greenpeace ainda realizou uma operação de guerrilha, iluminado de verde a caixa de vidro que é a loja da Apple em Nova York.



    Está rolando também no youtube uma paródia do Steve Jobs apresentando um iPod verde, onde estariam respeitando o meio ambiente.

    Terça-feira, Janeiro 16, 2007

    Ciência e arte

    Há uma relação muito forte entre engenharia e arte. Não é necessário ir muito além para confirmar, basta pensar em Leonardo da Vinci. Já Theo Jasen é um artista contemporâneo que insere engenharia em suas esculturas. A idéia é fazer um estudo do movimento dos animais, reproduzir em um mecanismo leve, e deixar que a criação sobreviva em um grande campo apenas com a força do vento.

    A BMW teve uma excelente sacada em usar suas esculturas em uma propaganda. Incrível como um anúncio de carro pode passar tanto o conceito de inovação sem mostrar nenhum carro.



    O artista tem outras esculturas como esta:



    O mecanismo pode parecer complicado, mas na verdade é bem simples. É muito bem pensado. O vídeo abaixo mostra por etapas a montagem e funcionamento do bichão andante aí de cima.

    Segunda-feira, Janeiro 15, 2007

    iPortabilidade

    O filme Minority Report traz inovações fictícias, sobre tudo, na interface homem/máquina. Inovações para aquela época de 2002. Agora nós temos o iPhone! O aparelho é todo touchscreen, sem botões. É incrível o nível de interatividade e facilidade de uso que conseguiram alcançar.



    É interessante perceber que na verdade não há nenhuma nova funcionalidade. Quero dizer, aparelho celular que toca mp3 e navega na internet não é novidade. Apenas fizeram tudo muito bem feito. Os seus grandes diferenciais que poderão ditar o sucesso do produto serão a interface, design e programação visual. Estamos alcançando os extremos da portabilidade.

    Domingo, Janeiro 14, 2007

    Quem matou o carro elétrico?

    Se o carro elétrico batia recordes de velocidade em 1898, por que foi abandonado? E o biodiesel? Ele foi inventado em 1902, pelo próprio Rudolf Diesel, utilizando óleo de amendoin. O projeto não decolou na época devido ao baixo custo do petróleo, mas ele já previa que no futuro este tipo de combustível seria muito interessante para desenvolver a agricultura em paises subdesenvolvidos. Que visão!

    A partir de 1996 houve um outro esforço para retomar a produção de veículos elétricos, mas novamente algo aconteceu e este tipo de veículo não pegou. Quem são os culpados? O filme “Who killed the electric car” explora essa temática em um momento muito oportuno na discussão sobre propulsores alternativos e aquecimento global. Afinal, nossos automóveis representam em torno de 30% das emissões de CO2. Antes mesmo de ver o filme acompanhe o veredito:

    - Consumidor (CULPADO)
    - Baterias (INOCENTE)
    - Industria do petróleo (CULPADO)
    - Industria automobilística (CULPADO)
    - Governo (CULPADO)
    - Células a combustível de hidrogênio (CULPADO)

    Acompanhe o trailer.



    As tecnologias avançam muito, e com boa vontade política e ações estratégicas, poderemos ter um grande avanço nessa área nos próximos anos. Apesar de termos cada vez mais carros rodando nas ruas (são 52 milhões por ano no mundo todo), os carros poluem cada vez menos graças à uma combustão mais limpa realizada pela injeção eletrônica entre outras tecnologias.

    Nunca o tema foi tão discutido pela industria automobilística, e até mesmo no último salão de Detroit os engenheiros acharam muito estranho não encontrar neve nas ruas.

    Há projetos promissores com uso da nanotecnologia para o armazenamento de energia elétrica que irão revolucionar a idéia que temos de baterias. Pretendo explicar mais detalhes nos próximos posts.

    Ferramentas, idéias e técnicas estão aí para serem aplicadas. O progresso virá se não ocorrerem sucessivos assassinatos a aquelas que vêm para o bem da humanidade. Ficamos otimistas quando vemos que cada vez mais empresas, órgãos governamentais e ONGs agindo em prol da causa, como se estivessem pagando a fiança para reduzir sua parcela de culpa.

    Terça-feira, Janeiro 09, 2007

    Mais uma prova do aquecimento global

    Me enviaram mais uma prova do aquecimento global. É um argumento tão forte que dispenso qualquer outra palavra...

    Vestígios

    Hoje li uma notícia de Geoffrey Lean reportando o sumiço de uma ilha na Índia, chamada de Lohachara. A causa foi atribuída ao aquecimento global. Há alguns dias li no jornal O Globo sobre pedaços gigantes de gelo que se desprenderam da Antártica e poderiam ameaçar algumas plataformas de petróleo. Outro dia a notícia era sobre um ciclone se formando a cem quilômetros da costa do estado de Espírito Santo. Ninguém deu destaque. Há! Também já tivemos nosso primeiro furacão no sul do país, não se esqueçam... Enquanto isso, aqui no Brasil, continuamos a contribuir com nossa parcela de culpa nos fenômenos citados causando queimadas. Nota: O Brasil é o quinto maior emissor de CO2. E lá não tão longe, nos EUA, temos um presidente pensando numa linha meio: “Nature needs to colabore with us! Nature needs to listen to us!” Vale a pena conferir a encenação do comediante Will Farrell.



    Justiça seja dita, é dos EUA também que vêm grande parte das soluções do problema. E também as maiores ações! Podemos comprovar isto lembrando do nosso herói bombado dos anos 90, Arnold Schwarzenegger, que promulgou uma lei para redução de 25% de emissão dos gases de efeito estufa até 2020. Chama ainda muita atenção uma lei conhecida como Gas Guzzler, de 1978, que estabelece taxação proporcional ao consumo do carro. O Greenpeace fez uma propaganda incentivando uma vida low profile, onde uma pessoa que utiliza um carro beberrão seria mal vista pelos outros.

    Sexta-feira, Janeiro 05, 2007

    O cidadão e o seu mundo.

    Há um grande debate em torno do comodismo político do brasileiro. É claro que tal estado latente das pessoas é em grande parte refletido pelo individualismo. Nós temos baixo índice de confiança em nossos compatriotas. Como esperar então união das pessoas e fazer movimentos de massa na luta de nossos direitos?


    O livro “Comunicação de Interesse Público” trás o caso do Parlamento Escocês, onde qualquer cidadão pode encaminhar uma petição pela internet (ou carta) solicitando debate de algum assunto no parlamento. Essa petição fará parte de um fórum público para discussão. Há um moderador para análise e encaminhamento dos pedidos. A sugestão pode até virar projeto de lei. Em sua maioria as petições tratam de assuntos da comunidade local.

    É uma forma completamente diferente de interação entre governo e cidadão. Já presenciamos quebra de barreira geográfica na comunicação entre pessoas e circulação de mercadorias. A internet mostra-se eficaz agora para atingir aos interesses populares. Nos E.U.A está circulando uma petição para que o governo estabeleça leis relacionadas à emissão de poluentes. Qualquer cidadão do mundo pode assinar a petição, pois é um problema mundial! Assine.

    Transparência traz confiança. As empresas que entram no Novo Mercado da bolsa de valores mostram a credibilidade que adquirem dos acionistas. Aplicando transparência em ações governamentais deverá surgir o mesmo efeito frente ao cidadão. Maior facilidade de encaminhamento dos anseios da população ao governo irá gerar maior participação e qualidade política. Já temos as ferramentas! É promissor perceber que está cada vez mais fácil deixar de ser comodista.

    Sexta-feira, Dezembro 29, 2006

    Invenção ou inovação?

    Poucos produtos conseguem mudar nosso hábito de vida. Pensando em produtos totalmente novos, a tarefa é ainda mais difícil. Mas mesmo assim as pessoas insistem em imaginar em pequenos produtos que, acreditam elas, vão facilitar a vida de muita gente. Pode até ser verdade. Mas porque isso é tão difícil de acontecer?

    Todos os dias surgem várias invenções, algumas poucas chegam ao mercado e um número extremamente pequeno irão merecer nossa atenção diária. Estou falando de produtos que não existiam e foram incorporados por algum segmento. Tente imaginar um caso extremo: compre todos os produtos de invenção que lhe agrade (escadas diferentes, aparelho eletrônico para fazer abdominal, trecos para cortar frutas e vegetais em formatos diferentes, roupa colante para fingir que você não tem barriga ou alguma coisa para fingir que você tem peito, canetas tradutoras etc...). Não importa o custo nem tamanho, compre! Quanto tempo você levará para dominar todos esses produtos? Onde você vai guardar? Você consegue carregar tudo? Quanto de lixo você irá gerar para descartá-los? Quantos recursos naturais seriam necessários se todo mundo tivesse a mesma quantidade de produtos que você? Como seria a sua vida utilizando cada um deles, um para cada coisa que você fosse fazer no seu dia? Que inferno, não é?

    Nós tendemos a manter nossa vida a mais simples possível. Utilizar vários produtos que tentam facilitar nosso dia a dia podem na verdade torná-lo um tanto confuso. Às vezes somos seduzidos por algum produto que nos pareceu interessante em um certo momento, achando que isto iria facilitar alguma ação do cotidiano, mas esse é um forte candidato a ficar encostado na estante. Invenções absurdas não param de aparecer no programa American Inventor. Você compraria isso?



    As inovações nos produtos trazem melhorias. Tornam o uso mais prático ou agregam algum valor. Quem poderia imaginar que adicionar uma simples bandeira brasileira e algumas listras coloridas em um chinelo de borracha fosse vender tanto? Cafeteira sempre fará café, mas é um artigo que sofreu muita evolução prática e de design. O próprio Ipod é um artigo que vem da antiga idéia (brasileira!) da portabilidade da música.

    Não que seja desperdício de tempo tentar desenvolver produtos completamente novos, mas parece ser muito mais eficiente pensar em inovação como melhoria de algo já existente.

    Segunda-feira, Dezembro 25, 2006

    Quantos somos nós?

    Alguns números simplesmente não fazem sentindo nenhum para nós. O que são 6 bilhões de pessoas habitando o mundo? É muito difícil imaginar o que é dividir espaço com tanta gente. Mas a internet mudou muito nossa percepção desse número. Quando não conecta a realidade dos cidadãos on-line, mostra uma outra de tantos outros excluídos do mundo digital. Para quem quer ver, é claro.

    Esse recurso nos permite obter uma medida mais palpável do número de indivíduos que competem ou compartilham os recursos conosco. Um vídeo interessante mostra os vôos diários que circulam nos EUA. Inimaginável tal circulação de pessoas, e torna compreensível a situação de caótica pelo qual estão passando nossos controladores de vôo.



    Em meio a toda essa montoeira de gente é lógico que o mundo competitivo se torna mais acirrado. Uma maneira leve de mostrar tal competição, é a propaganda do PlaySation que mostra as pessoas disputando o topo de uma montanha humana, fazendo analogia às guerras dos jogos on-line que tem espaço para apenas um vencedor.

    Quarta-feira, Dezembro 20, 2006

    Mente inquieta

    As idéias fixam em nossa cabeça. Podem não ser somente idéias, mas também um desafio. Essa fixação é a motivação para procurar sempre alguma coisa para ocupar a cabeça. Afinal, mente tranqüila é para os Budas. Essa animação da Vancouver Filmes descreve com elegância o que quero dizer.

    Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

    Mundo robotizado

    Aqui vai um vídeo que já empolgou muita gente e assustou tantas outras. Esse robô autônomo foi desenvolvido para carregar pesos (até 40Kg) em lugares remotos. Difícil de acreditar que não há fins militares.



    A tecnologia robótica está indo além. Os robôs não autônomos devem ser controlados por humanos pela melhor interface possível. Nada melhor que controlar então apenas com o pensamento, não é mesmo? Para quem se assustou com o primeiro vídeo, se imagine em uma cadeira de rodas. Agora una as duas tecnologias. Começou a fazer mais sentindo para você agora?

    Domingo, Dezembro 17, 2006

    Independência profissional

    Estabelecer um compromisso entre criação artística e ganho salarial não é uma tarefa fácil. E é para muito poucos, ainda mais no Brasil. Hugh MacLeod escreveu um artigo muito interessante sobre o tema em How to be creative. Não se trava exatamente em como obter inspirações criativas, mas sim em como lidar com elas.


    Numa linha mais emprasarial há o artigo do Steve Pavilha: 10 Reasons You Should Never Get a Job. Em poucas palavras, fala que todos nós somos capazes de gerar valor por nós mesmos sem estar ligado a nenhuma prisão empresarial. Podemos ser empreedendores de nossa vida. A idéia é muito interessante, o artigo é bem escrito (bem no estilo american way), mas terminei de ler com a impressão que se for replicado fielmente aqui no Brasil seus discípulos poderiam morrer de fome.

    Sexta-feira, Dezembro 15, 2006

    Global warming.

    Aqui vai um forte argumento para agir logo no que diz respeito ao aquecimento global. Não quero realizar profecias, nem citar dados calamitosos. Mas você realmente acha que a sua geração não está sendo afetada por esse fenômeno? Acompanhe algumas soluções no site climatecrisis. Leia a respeito do tema e se inspire! Desenvolva a capacidade de reduzir suas emissões de carbono! Calcule suas emissões! Adquira maior qualidade política!

    Quinta-feira, Dezembro 14, 2006

    Criatividade não digital, na era digital.

    Embalando na onda publicitária criativa, me lembrei de uma propaganda que não foi ao ar na TV brasileira. Trata-se da TV Sony BRAVIA (“Colour like no other”). São milhares de bolas coloridas caindo lentamente ladeira abaixo. Estamos tão encarnados na era digital que ninguém acreditou que não teve uso de computação gráfica.



    A Sony deu a resposta. Filmou outra propaganda com a mesma audácia de composição de cores e se comprometeu em postar na internet, diariamente, o andamento dos sets de filmagem. Aqui você acompanha o anúncio, mas aconselho também uma olhada no vídeo do making-off

    Terça-feira, Dezembro 12, 2006

    Ah!!!!! O verão!

    Aqui vai uma peça publicitária que eu considero ser uma das melhores do ano. A propaganda tem seus clichês, mas é tão bem montada que traz toda aquela sensação de renovação de vida que sentimos a cada virada de ano. Praia, festas... promessas e idéias novas. Talvez seja esse o momento de maior inspiração! Aproveite!



    Verão lembra viajem! Esse cara largou o emprego para fazer mochilão pelo mundo. Em cada lugar ele fazia uma dancinha engraçada. Voltou, colou na net e pronto! Mais de dois milhões de acessos. Resultado: Uma empresa, a Stride, resolveu patrocinar uma outra viajem para ele. Com histórias como essas ficamos com a impressão de que estamos fazendo muito errado em não fugir do convencional...

    Segunda-feira, Dezembro 11, 2006

    Change This!!!!

    Há um tempo atrás comecei a me envolver com leituras sobre idéias guiam ações para um outro rumo. Um dos sites mais interessante que encontrei foi o Change This. Nele se encontram diversos artigos gratuitos sobre idéias inovadoras no campo empresarial, marketing, publicidade, produção entre outros. Recomendo em especial a leitura do artigo Long Tail (Cauda Longa), do Chris Anderson.



    A idéia do artigo é baseada em um gráfico chamado de Long Tail. Ele apresenta no seu inicio, a gigantesca venda de “hits”. Exemplo prático: Madona. Logo após vem a venda de artistas menos afortunados nas vendas. O grande lance é que essa lista é tão longa que pode ser muito bem explorada por meios de venda que transpõe qualquer barreira geográfica (como o Amazon) e tem público para qualquer tipo de cultura. Assim todos saem ganhando. Há mercado para todo produto!


    O Brasil, como sua legislação atrasada no comercio eletrônico, está perdendo espaço para essa grande revolução. Temos diversos artesãos e produtores locais que poderiam explorar essa idéia para aumentar seus canais de venda. Infelizmente, além do entrave legal, temos ainda uma infra-estrutura tão debilitada que fragiliza qualquer boa ação logística. Haja criatividade para passar por mais estas!

    Domingo, Dezembro 10, 2006

    Be Inspired

    Quem viu o filme "Uma Verdade Inconveniente" e não se sentiu inspirado a mudar o futuro do mundo, nem que por apenas alguns minutos? São divulgações como essas que fazem o pensamento coletivo mudar e apontam por um futuro mais promissor. O livro Para Mudar o Futuro compartilha desse sentimento e atualiza o leitor sobre a realidade brasileira e mundial em políticas ambientais. Leitura obrigatória!


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